OBRIGADO!!!

O forte não é o que tem poder, o que tem riqueza material, mas o que compreende os seus irmãos, o que aguenta as incompreensões, o que defende os menos favorecidos... Forte é simplesmente cumprir com os deveres humanos !!!

QUERIDOS AMIGOS E VISITANTES, POR MOTIVOS DE FORÇA MAIOR, FORAM REMOVIDAS ALGUMAS POSTAGENS, GRATO A TODOS QUE COMPARTILHARAM COMIGO, ESPERO QUE COMPRIENDAM.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

HALDOL - HALOPERIDOL - BOA NOITE CINDERELA

DISTRIBUIDO COMO HALDOL


Aqui estão dispostas informações acerca da medicação Haldol que o Terapeuta me receitou e eu tomei regularmente de 20/10/2008 a 08/12/2008 (não me recordo a dosagem nem mg).


Obs: Foi receitado Haloperidol comprimidos para mim e Haloperidol Gotas para a genitora.
Com isso, as coisas começam a ficar definitivamente mais claras.

Bula

HALDOL - Composição:
Cada comprimido de 1 mg contém: haloperidol 1mg. Excipientes: lactose, amido, sacarose, talco, estearato de magnésio.
Cada comprimido de 5 mg contém: haloperidol 5 mg. Excipientes: lactose, amido, talco, estearato de magnésio, corante azul, indigotina.
Gotas: cada ml contém: haloperidol 2 mg. Excipientes: ácido láctico, metilparabeno, água purificada.
Ampolas: cada ml contém: haloperidol 5 mg. Excipientes: ácido láctico, água para injeção.

HALDOL - posologia e administração
Haldol, sendo uma medicação terapeuticamente potente, deverá ter sua dose média diária ajustada segundo a gravidade de cada caso e a sensibilidade individual do paciente, conforme critério médico.
Os estudos clínicos preconizam as seguintes doses:
Administração oral: adultos: dose inicial de 0,5 a 2 mg, 2 a 3 vezes ao dia, podendo ser aumentada progressivamente em função da resposta e da tolerância.
Dose de manutenção, entre 1 e 15 mg ao dia, deve contudo ser reduzida até o mais baixo nível de efetividade. Pacientes idosos geralmente requerem doses menores. Pacientes severamente perturbados ou inadequadamente controlados, podem requerer às vezes posologia mais elevada. Em alguns casos a resposta ótima pode exigir dose diária acima de 100 mg, principalmente pacientes de alta resistência. Entretanto, não está demonstrada a segurança de tais doses em administração prolongada.
Crianças: iniciar com doses de 2 a 5 gotas (0,2 a 0,5 mg) por dia e adaptar progressivamente a posologia, conforme a resposta de cada caso.
Administração parenteral: indicada nos estados agudos de agitação psicomotora ou quando a via oral é impraticável. Injetar 2,5 a 5 mg por via intramuscular ou endovenosa lenta. Repetir após cada hora, se necessário, embora intervalos de 4 a 8 horas sejam satisfatórios. Tão logo seja possível, esta via será substituída pela via oral.

HALDOL - Precauções como Haldol é metabolizado no fígado, sua utilização em pacientes com doença hepática deve ser feita com cuidado. Haldol pode provocar convulsões em pacientes epilépticos anteriormente bem controlados. Ele deve ser usado com cuidado em situações predispondo a convulsões (abstinência alcoólica, doença cerebral) e em pacientes epilépticos. Haldol deve ser usado com cuidado em pacientes com Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.

Na Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc., a resposta ao tratamento pode não ser imediata. Igualmente, se o tratamento é interrompido, a reaparição dos Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções pode não ser aparente por várias semanas ou meses. A interrupção do tratamento deve ser gradual devido ao risco de recaídas. Haldol não deve ser usado isoladamente em casos onde a depressão é predominante. Ele pode ser associado aos antidepressivos nos quadros de depressão com características psicóticas.

Efeitos na capacidade de dirigir veículos e utilizar máquinas:
Haldol pode reduzir a capacidade de atenção, principalmente no início do tratamento, redução essa que pode ser potencializada pela ingestão de bebidas alcoólicas. O paciente deve ser alertado para os riscos de tal sedação e aconselhado a não dirigir ou utilizar máquinas durante a terapêutica, pelo menos até que se conheça seu grau de susceptibilidade individual.

Interações medicamentosas:
como é o caso para todos os neurolépticos, Haldol pode aumentar a depressão do SNC causada por outros depressores centrais, como álcool, hipnóticos, sedativos e analgésicos potentes; um aumento dos efeitos centrais foi relatado quando Haldol e associado à metildopa. Haldol pode prejudicar o efeito antiparkinsoniano da levodopa. Haldol inibe o Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O uso prolongado de carbamazepina em associação ao Haldol pode reduzir os níveis plasmáticos do haloperidol. Neste caso, a dose de Haldol deverá ser reajustada. Após interrupção do tratamento com a carbamazepina, pode ser necessária a redução das doses de Haldol. Casos raros de síndrome tipo encefalopatia têm sido relatados com a associação de lítio e Haldol. Não está estabelecido se estes casos representam uma entidade clínica distinta ou se são na verdade casos de síndrome neuroléptica maligna e/ou de neurotoxicidade causada pelo lítio.

HALDOL - Reações adversas com doses baixas (1- 2 mg/dia), os efeitos adversos do Haldol, são pouco freqüentes, leves e transitórios. Em pacientes recebendo doses maiores, alguns efeitos adversos são observados mais freqüentemente, os efeitos neurológicos são os mais comuns. A síndrome esta caracterizada principalmente por movimentos rítmicos e involuntários da face, boca, língua ou mandíbula. Síndrome neuroléptica maligna: igualmente como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, Haldol tem sido associado com a presença de casos excepcionais da síndrome neuroléptica maligna, uma reação idiossincrásica caracterizada por hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica, alteração de consciência.

HALDOL - Indicações como neuroléptico: delírios e alucinações na Esquizofrenia. Delírio hipocondríaco. Personalidade paranóide, esquizóide, esquizotípica, anti- social, borderline e outros distúrbios de personalidade. Como sedativo na agitação psicomotora: mania, demência, retardo mental, alcoolismo. Distúrbios da personalidade: personalidade compulsiva, paranóide, histriônica e outros. Agitação e agressividade no idoso. Distúrbios graves do comportamento e nas psicoses infantis acompanhadas de excitação psicomotora. Movimentos coreiformes. Soluços. Tiques, disartria. Como antiemético: náuseas e vômitos de várias origens, quando outras terapêuticas mais específicas não foram suficientemente eficazes.

================================================================

A FICÇÃO IMITANDO A REALIDADE

Filme Dupla Confusão – Europa Filmes

(Uso de Haldol te transforma em um vegetal)


================================================================

AGORA AS "LENDAS" DA INTERNET

http://www.cabuloso.com/portal/news/view/drogas-boa-noite-cinderela

Drogas - Boa Noite Cinderela
Postado em 22/02/2010 às 23:35 por Sinistro - Visto 3130 vezes -
O boa noite cinderela, também conhecido por “rape drugs” (drogas de estupro), é o nome dado a um golpe no qual um sujeito – geralmente simpático e de boa aparência - coloca, juntamente à bebida de outro, um coquetel de drogas capaz de deixar este vulnerável o suficiente para ser roubado e/ou violentado sexualmente.

Algumas destas drogas são o Lorax, Lexotan, GHB (ácido gama-hidroxibutírico), Ketamina (Special K) e Rohypnol (Flunitrazepam): depressoras do sistema nervoso central. Encontradas, geralmente, na forma de comprimidos ou gotas, ao serem ministradas juntamente com bebidas alcoólicas alteram o nível de consciência, por até três dias, e podem causar intoxicação ou morte por desidratação. Por se dissolverem facilmente; e serem incolores e inodoras, identificar um copo que recebeu tais doses é tarefa quase impossível.

De ocorrência relativamente frequente, este golpe ocorre geralmente em festas, boates, bares e praia; fornecendo como efeitos iniciais os mesmos que o álcool proporciona. Em um segundo momento, o indivíduo sente-se sonolento e com dificuldades de reagir a ameaças físicas e/ou psicológicas, obedecendo basicamente a todos os comandos ditados pelo golpista.

Devido ao constrangimento das vítimas e também à falta de clareza quanto à sucessão dos fatos, poucas são as pessoas que registram queixas relacionadas a este golpe em delegacias de polícia. Assim, as estatísticas são subestimadas, e a ação da polícia é restrita.

Para evitar ser vítima deste tipo de crime, tenha cautela: não leve desconhecidos até sua casa, não aceite bebidas de estranhos, e não descuide de seu copo!

================================================================

VIDEOS INSTITUICIOAIS e REPORTAGENS SOBRE O GOLPE

“BOA NOITE CINDERELA”.


LJAlmeida 2010

2 comentários :

  1. Vc tomou o medicamento pq? Gostaria de saber mais...

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir

Grato pela sua visita.